O documentário começa com um homem que quer arranjar a sua impressora e vai a várias lojas perguntar se tem concerto e todos lhe disseram que não vale a pena arranjar, que não vale apena arranjar, que mais valia comprar uma impressora nova.
Em 1900 foi criado um comité, que influenciou o tempo de duração dos produtos, assim as pessoas eram influenciadas a comprar novos produtos para se puder ganhar mais dinheiro com isso.
Ao longo do documentário vemos alguns exemplos de obsolescência programada, vemos isso na história de um lâmpada incandescente que funciona desde 1901 (111 anos).
Outro exemplo é a Dupont que descobriu um fibra sintética revolucionária no nylon, no entanto, teve que tornar o material menos resistente e duradouro, para que continuasse a haver consumo. Além disso, também houve o caso do iPod, cuja bateria tinha a programação para durar aproximadamente 18 meses, incentivando a compra de outro aparelho para um novo.
Essa obsolescência programada provoca, além do aumento da exploração dos recursos naturais e energéticos, no fluxo contínuo e aumentado da produção de lixo tecnológico. A maior parte desses resíduos de países europeus e da América do norte, com o pressuposto de ser material de segunda mão (na verdade são materiais fora de funcionamento) é enviado a países pobres, aumentando consideravelmente a quantidade de lixo nesses países, destruindo ecossistemas, antes intactos e servindo de meio de subsistência para pessoas em risco social, que vivem desses restos tecnológicos, em busca de metais para serem vendidos.
O documentário ainda mostra que a obsolescência programada surge quase ao mesmo tempo em que a produção em massa e a sociedade de consumo. Esse padrão iniciou-se desde a revolução industrial onde saiam das maquinas produtos mais baratos, portanto mais acessíveis, no entanto pouco duráveis.
No final do documentário, vemos que o homem que tinha a impressora avariada, contatou com um técnico russo que lhe arranjou a impressora. O técnico russo explicou que a impressora estava programada para deixar de funcionar no final de algum tempo.
Crítica ao Documentário:
Provavelmente, a solução para a sociedade de consumo de crescimento está longe de apenas, pequenas adaptações ditas mais ecológicas e sustentáveis, como muitas empresas tem proposto, e sim numa mudança mais radical ao invés de um crescimento um decrescimento, uma verdadeira mudança de lógica, reduzindo o consumo e a produção, aumentando apenas o sentido de nossas próprias existências.
Vemos que no final do documentário, a obsolescência programada tem um lado mau, pois fazem com que o produto avarie ao fim de um determinado tempo para o consumidor seja influenciado a comprar um novo produto.


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